Ofensa

butterflies

Ao tentar me libertar do pensamento destrutivo causado por um fato que me incomodou na semana passada, pensei nas borboletas. Depois de passarem uma pequena temporada no casulo, criam belas asas e se libertam. Sendo assim, que eu seja libertada de qualquer amargura que tem feito a ronda constante, fruto da ofensa. Que a energia dessa semana em que vivi mergulhada na mágoa que partiu de quem não é digno da minha tristeza (e ninguém é), se dissipe. Que meus inimigos sejam felizes, que encontrem o amor genuíno, a prosperidade, a paz, e assim, dediquem-se incondicional amor-próprio e esquecendo, finalmente, dos defeitos alheios a fim de cessar ou impedir qualquer pensamento destrutivo em relação ao outro que não lhe condiz. Depois de tanto lamentar uma ofensa, finalmente encontrei algo bom. Também amargurei e caminhei na escuridão na minha condição de espírito não-evoluído, afinal, caminho há pouco tempo nessa esfera e ainda tenho muito que aprender. Não sei superar uma ofensa da noite pro dia. É provável que ainda leve muitas vidas de aprendizado nessa caminhada da existência eterna do espírito. Mas por hora, só desejo que quem me ofendeu seja feliz, atente-se às próprias qualidades, as reconheça, esqueça os defeitos alheios, liberte-se da sua própria amargura e siga seu caminho em paz, tornando-se luz por onde passa, e não um furacão destrutivo e escuro, derramando seu poço de amargura. Seja genuinamente feliz. Todo mundo merece. Você também.

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